Gestão da Inovação mais Radical

Gestão da Inovação mais Radical Edição 1

Autor(es): By Mario Sergio Salerno and Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes
ISBN: 9788535290028
Data de publicação : Jul 5, 2018
Nº de páginas: 264
Preço de varejo sugerido:
  • BRL: R$94,00
  • Descrição
  • Sobre o autor(es)
  • SUMÁRIO
Descrição

Características

  • Autores renomados e com experiência;
  • Obra didática e que abrange toda a disciplina de Gestão da inovação;
  • Material complementar
Sobre o autor(es)
By Mario Sergio Salerno, Professor Titular, Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, coordenador do Laboratório de Gestão da Inovação. and Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Professor Doutor, Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP.
SUMÁRIO
Sumário
Capítulo 1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
O que tem em cada capítulo? . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Capítulo 2 Inovação, inovações... . . . . . . . . . . . . . . 13
O que é inovação? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
Descoberta, invenção e inovação . . . . . . . . . . 15
Por que inovar? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Tipos de inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Inovação incremental × inovação
mais radical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Plataformas de tecnologia, de produto e de
negócios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
Plataformas de negócios baseadas em
tecnologias disruptivas: a base da
inovação radical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Contexto da inovação mais radical:
ecossistemas de inovação . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Hipercubo da Inovação: guia para criar sistema
de gestão da inovação mais radical . . . . . . . 27
Tipos de projetos e graus de inovação . . . . . 27
Estratégia e modelo de negócios . . . . . . . . . . 28
Organização e pessoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Gestão, processos e projetos: abordagens
gerenciais específi cas para projetos
mais radicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Ecossistema de inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Capítulo 3 Mindset para inovação mais radical . . 31
Mindset para inovação incremental × mindset
para inovação mais radical . . . . . . . . . . . . . . . 33
Quando estabelecer um mindset
para inovação radical é fundamental . . . . . . 42
Estruturando um mindset para inovação
mais radical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Defi nindo as intenções estratégicas. . . . . . . . 45
Construindo um sistema de gestão
de desempenho para inovação mais
radical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
Modelo de maturidade dos sistemas de gestão
da inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
Gestão da inovação em startups/empresas
nascentes de base tecnológica (ENBT). . . 50
Gestão da inovação em empresas
estabelecidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
Começar a inovar: cópia melhorada . . . . . . . 52
Técnicas para cópia melhorada . . . . . . . . . . . 53
Estabelecer processo sistemático
de inovação incremental . . . . . . . . . . . . . 55
Melhorar o processo de inovação
incremental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
Gestão da inovação em empresas
com sistema de gestão maduro
para inovação incremental
que buscam inovar mais radicalmente
de forma sistemática . . . . . . . . . . . . . . . . 57
Síntese: usos possíveis da tipologia para a
teoria, para a prática gerencial e para
entidades de fomento . . . . . . . . . . . . . . . . 58
Capítulo 4 Organização para inovação . . . . . . . . . 59
Inovação, P&D e desenvolvimento de produto e
processo: o que cada um entrega? . . . . . . . . 62
Processos de inovação: características e
limites para inovação mais radical2 . . . . 65
Processo tradicional: da ideia
ao lançamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
Processo por encomenda aberta –
venda antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
Processo por encomenda fechada –
venda antecipada conforme
especifi cação do cliente . . . . . . . . . . . . . 71
Processo disparado por edital/chamada/
concorrência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
Processo com pausa devido ao mercado . . . 72
Processo com pausa devido à tecnologia . . . 74
Processo com pausa devido ao mercado
e à tecnologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
Processo com atividades paralelas . . . . . . . . 76
Limites da abordagem por processo . . . . . . . . . . . 77
Para além de processos (I): campanhas e
programas de inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
Para além de processos (II): ambidestria
organizacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
Hubs (centros) de inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
Função inovação na empresa: organização
para empresas com forte intenção
estratégica de perenizar a busca
e os ganhos da inovação mais radical. . . . . . 92
Descoberta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
Incubação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
Gestão da incerteza em projetos
de inovação radical em empresas
estabelecidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Incubação e legitimação da inovação mais
radical na empresa . . . . . . . . . . . . . . . . . 105
Aceleração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
Sintetizando o DNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
Função inovação: uma função-rede . . . . . . . . . . . 110
Caso de função inovação como função-rede . .112
Onde fi ca a função inovação
no organograma? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115
Políticas de RH para gestores de inovação
mais radical: uma enrascada,
um gargalo! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
Síntese: organizar e gerir a inovação
mais radical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
Capítulo 5 Gestão de portfólio de projetos de
inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
Afi nal, o que é portfólio e a que serve
a gestão de portfólio de projetos? . . . . . . . . 125
Risco × incerteza – 1a abordagem . . . . . . . . . . . . 128
Técnicas de valoração de projetos:
apresentação e apreciação crítica . . . . . . . 130
Técnicas quantitativas baseadas em
engenharia econômica . . . . . . . . . . . . . 130
Valor presente líquido (VPL/NPV) e métodos
equivalentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
Onde “pega¿: requisitos para utilização
dos métodos de engenharia
econômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
Abordagem de opções reais aplicada a
projetos de inovação ou de P&D . . . . . . 135
Técnicas qualitativas de avaliação
de projetos e análise de portfólios . . . . 138
Mix de métodos quantitativos e qualitativos 145
Gestão de portfólio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146
Organização e lógicas de gestão na avaliação
de portfólios de inovação mais radical:
radicalizar a ambidestria, com separação
de portfólios, comitês, orçamento... . . . . . . . 149
Síntese: “cada macaco no seu galho¿!
Separar organizacional
e gerencialmente o portfólio
de inovação mais radical daquele(s)
de inovação incremental . . . . . . . . . . . . 159
Capítulo 6 Gestão de incertezas nos projetos
de inovação mais radical . . . . . . . . . . . 161
Tipologia de incertezas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163
Abordagens de gestão de incertezas . . . . . 168
Abordagens de selecionismo
e aprendizado por tentativa e erro . . . . 169
Learning Plan para percepção
e mitigação de incertezas . . . . . . . . . . . 171
Casos práticos de aplicação
do Learning Plan . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174
Finalizado as incertezas, ou melhor,
o capítulo sobre incertezas . . . . . . . . . . . . . . 179
Capítulo 7 Ação empreendedora e ciclo
de desenvolvimento da oportunidade:
da ideia ao negócio . . . . . . . . . . . . . . . 181
Ação empreendedora em ação . . . . . . . . . . . . . . . 182
Decifrando o construto da oportunidade . . . 183
Elementos da ação empreendedora . . . . . . 185
O ciclo da geração de valor: entrepreneurial
thinking, design thinking e business
thinking . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187
Entrepreneurial thinking no ciclo de geração
de valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188
Design thinking no ciclo de geração
de valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189
Business thinking no ciclo de geração
de valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191
Pivotamentos no ciclo de geração de valor . . . . . 196
Lidando com as incertezas presentes no ciclo
de geração de valor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198
Gerenciando as incertezas individuais . . . . 201
Efetuação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203
Gerenciando as incertezas coletivas . . . . . . 205
Resumindo... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211
Capítulo 8 Technological roadmapping (TRM),
planejamento tecnológico, plataformas
de produto e de negócios . . . . . . . . . . 213
Gestão tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214
Abordagem de roadmaps . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219
Processos para a rápida inicialização . . . . . . . . . 221
Customizando o roadmap . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224
Aplicação de roadmaps no contexto
das startups . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224
Articulando roadmap e gestão da inovação . . . . 226
Evolução das dimensões do Hipercubo
da Inovação por meio do Roadmapping . . . 227
Considerações fi nais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229
Bibliografi a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
Índice . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241